sábado, 21 de dezembro de 2013

Essas meninas !

Essas meninas?
De pequeninas,
Queriam ser bailarinas!
Não sei se era a sina,
Mas passaram em Medicina!
Agora, médicas, doutoras...
Com seus sapatinhos coloridos,
Vão todas ao baile dançar...
Meninas,
Mulheres.
O tempo... os anos !
E assim,
Todas elas se tornaram...
Bailarinas,

Doutoras!

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Terrarium

Do solo desta terra, de suas entranhas surgem as figuras de barro de nossa famosas Figureiras.
Este solojá abrigou uma das paisagens mais luxuriantes que a natureza criou.
Foi terra de índio.
Vieram os bandeirantes, bugres, negros, brancos, amarelos.
Nela extensões de café e arroz foram cultivados.
Nossa terra, Mãe de todos!

terça-feira, 10 de setembro de 2013

VAMOS DANÇAR UMA CIRANDA?

Quem nunca brincou de roda?

“Ciranda,  Cirandinha,
vamos todos Cirandar...”

Quem disse que brincar de roda é coisa de criança?

E de  Ciranda ? Vamos brincar?

"Esta ciranda quem me deu foi Lia,
que mora na Ilha de Itamaracá".

Brincar de roda faz bem para a alma e para o corpo.

Roda ou Ciranda. O termo ciranda é de origem portuguesa.  A origem vem provavelmente do espanhol “zaranda (instrumento de peneirar farinha).” ou talvez uma evolução do vocábulo árabe “çarand”.

No Brasil também é conhecida como uma brincadeira de crianças, mas no Nordeste é conhecida como “Ciranda”, uma dança de roda de adultos.

As danças de rodas são tradicionais e folclóricas e estão presentes em diferentes locais no mundo, cada uma com suas canções e características.  

A dança é a arte mais antiga e dispensa qualquer tipo de ferramenta.

Para dançar uma ciranda precisamos estar em comunidade e isso faz dela uma terapia. Traz alegria, bem estar.  Une as pessoas preservando sua individualidade. Traz flexibilidade, autoconfiança, musicalidade, equilíbrio físico, emocional espiritual.  A Ciranda ou a dança de roda não tem preconceito de sexo, cor, idade, condição social ou econômica e segundo alguns é curativa.

“Começa com uma roda pequena que vai aumentando, à medida que as pessoas chegam para dançar, abrindo o círculo e segurando nas mãos dos que já estão dançando. Tanto na hora de entrar como na hora de sair, a pessoa pode fazê-lo sem o menor problema. Quando a roda atinge um tamanho que dificulta a movimentação, forma-se outra menor no interior da roda maior.” (1).


“Segundo Verderi (2000, p. 59), a dança pode criar condições para que se estabeleçam relações interativas, propiciando o conhecimento do próprio corpo e de suas possibilidades como forma de compreensão crítica e sensível do mundo que nos rodeia.” (2)


O homem desde que descobriu a musica a usa para aliviar sua vida.  Assim no passado existiam muitas musicas de trabalho. As lavadeiras quando trabalhavam tinham suas musicas, assim como as quebradeiras de coco também tinham suas músicas que eram cantadas durante o trabalho. As musicas tinham o ritmo do trabalho. Assim aliviavam a labuta seja qual fosse a profissão.

Em São Luis do Paraitinga uma tradição que quase desapareceu das lavouras é um canto usado durante os mutirões chamado de DRÃO.

Acostumamos a pensar que brincar de roda ou de ciranda é coisa de criança, mas é muito bom juntarmos amigos e fazermos uma grande roda e cantar!

Então eu te convido... vamos dançar uma Ciranda ?









quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Coisas de Mulher

Há poucos dias atrás meu marido e meus filhos foram visitar os parques em Orlando/ USA.
Eu detesto parques e resolvi ficar por aqui mesmo, sem stress!
Antes de eles embarcarem fiz todos os preparativos para que tudo corresse bem.
Como sempre, mil avisos de atenção, cuidado com a bolsa, atenção redobrada para passaporte e por fim coloquei na carteira deles uma pequena lista com telefones de emergência. Resolvi também colocar nos telefones de emergência o telefone de uma prima em segundo grau que mora lá nos USA e que mantemos comunicação via facebook.  Abençoada hora em que tive esta ideia!
Estava eu em casa quando recebo uma ligação internacional, a cobrar, era meu marido. Assustado, pois haviam furtado sua carteira com o cartão de crédito, documentos e dinheiro. Imediatamente comecei a ligar para os bancos e pedir o cancelamento dos cartões. Logo em seguida fui procurar na internet como proceder com os documentos roubados. Para minha sorte o facebook estava aberto e não sei bem o que chamou minha atenção, mas logo vi uma mensagem, dessa minha prima dizendo que alguém havia ligado para ela (nos EUA) e que haviam achado os cartões e documentos de meu marido em determinado local e que ligasse para determinado telefone.
Admirada aguardei que meu marido me retornasse a ligação para eu lhe avisar que mesmo longe, aqui no Brasil, eu tinha localizado seus documentos roubados numa loja em Orlando.

Mulher é às vezes... Onipresente!

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Reflexoes - Madre Tereza de Calcutá

A coisa mais fácil ? Errar. 
O maior obstáculo ? O medo. 
O maior erro ? O abandono. 
A raiz de todos os males ? O egoísmo. 
A distração mais bela ? O trabalho. 
A pior derrota ? O desânimo. 
Os melhores professores ? As crianças. 
A primeira necessidade ? Comunicar-se. 
O que mais lhe faz feliz ? Ser útil. 
O pior defeito ? O mau humor. 
A pessoa mais perigosa ? O mentiroso. 
O pior sentimento ? O rancor. 
O mais belo presente ? O perdão. 
O mais imprescindível ? O lar. 
A rota mais rápida ? O caminho certo. 
A sensação mais agradável ? Paz interior. 
A proteção efetiva ? O sorriso. 
O melhor remédio ? Otimismo. 
A maior satisfação ? O dever cumprido. 
A força mais poderosa do mundo ? A fé. 
As pessoas mais necessárias ? Os pais. 
A mais bela de todas as coisas ? O amor.


Filosofia de Madre Teresa. 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

NÃO FOI FATALIDADE !


Brasileiro se choca, reclama, mas não reivindica! Não persiste!
Lembro-me de uma excursão que meus filhos participaram quando ainda eram menores. Eles iam visitar o Museu do Ipiranga. Estavam alegres, confiantes, cheios de expectativa e ansiosos para partirem. Eu também estava confiante, mas como mãe resolvi dar uma conferida no ônibus que eles estavam embarcando. Era um ônibus com aparência de novo, limpo arrumado um brinco! Porém, como meu pai me ensinara resolvi dar uma conferida nos pneus! ESTAVAM CARECAS! 
Meio sem graça, afinal não sou especialista no assunto, chamei o pai de outro aluno que estava por perto e lhe pedi uma opinião...
- É! Está meio careca...
Chamei outra mãe:
- Nossa está careca mesmo! Que a absurdo, mas não dá para fazer nada!
Comecei a perguntar para outros pais ali presentes... Todos achavam que o pneu estava careca, mas nada fizeram! Nem me apoiar.
Falei com o motorista:
- Foi esse o “carro” que a firma mandou, dona!
Acuada mas sem coragem de permitir que aquele ônibus saísse com aquelas 40 crianças, resolvi chamar meu marido para me dar apoio.  Com ele do meu lado exigimos um novo ônibus com pneus novos ou pelo menos melhores.
Em 30 minutos a empresa mandou um novo ônibus.
As crianças que já estavam embarcadas no primeiro ônibus começaram a se questionar porque o ônibus ainda não saíra. Um dos meninos respondeu:
- Minha mãe falou que é uma mulher que está ”implicando” com os pneus do ônibus...
A minha filha quis sumir de lá dentro de tanta vergonha que sentiu!
Afinal, o novo ônibus chegou, com os pneus e tudo mais em bom estado e todos foram e voltaram contentes e felizes.  Pela lei das probabilidades o mesmo se daria com o primeiro... Será?
Bom, o que eu quero mesmo falar com essa história é que quando as tragédias acontecem todo mundo se entristece, se choca, mas depois fica tudo na mesma. Parece que quando alguém reclama que algo está fora do normal, errado ou irregular essa pessoa é taxada de chata!
CHEGA! VAMOS RECLAMAR! VAMOS FISCALIZAR OS LOCAIS QUE A GENTE FREQUENTA E QUE ESTÃO IRREGULARES. VAMOS DENUNCIAR! TUDO BEM, NÃO ACONTECEU NADA COM VOCÊ, MAS PODE ACONTECER COM OUTRO! SE TODOS FIZEREM ASSIM OS LOCAIS AONDE FREQUENTAMOS COM CERTEZA FICARÃO MAIS SEGUROS...
VAMOS SER CHATOS!
Estou escrevendo isso por causa da tragédia que aconteceu em Santa Maria / RS! Quantas outras “boates” “casas de festas” estão em situação irregular igual ou pior do que a Kiss ? Será que neste local nunca entrou uma pessoa com um pouco de bom senso, discernimento, responsabilidade para ver que o local era na realidade uma “arapuca”? (Digo arapuca no sentido de gaiola... Prenderam um bando de pássaros que buscavam liberdade, desafiando os padrões... Ah, esses jovens Sempre querendo desafiar os perigos... Adrenalina!).
Onde fica a responsabilidade de todos os que liberaram, construíram, conservavam, mantinham e frequentavam aquele local?  O que fazemos nós quando vamos num local e vemos um perigo? Afastamos do perigo e simplesmente não voltamos lá? Outras pessoas irão... Onde está a nossa responsabilidade?
A investigação com certeza irá apontar os principais responsáveis e culpados, mas penso que cada um que entrou naquele local e percebeu algo de errado e não denunciou é também culpado... Culpado por omissão!
Brasil, vamos ser responsáveis, vamos denunciar o que percebermos que está irregular perigoso. Mesmo que nunca mais voltemos lá...
 Outras pessoas irão...
Não foi uma fatalidade...

HERCULES E OS DOZE TRABALHOS DA ALMA

"O que poucos sabem é que esta narrativa esconde preceitos morais para a educação da personalidade humana, sendo tambem conhecida como ...