Já fui gentil, já fui vilã.
Já fui por acaso, já fui por razão de ser,
Já fui tudo e nada, sou sem querer.
Mas se quero, sou mais, sou além, sou capaz.
Se quero sou adiante, sou a frente, sou avante.
Deixo rastro na passagem,
Se me segues ? Sou miragem !
Não me alcanças;
Não me alcanço!
Não me busque,, não me cerque;
Já tenho ao redor meu próprio alicerce.
Sou livre e sou cativa.
Como pode ? Armadilhar...
Do destino ? Da vida ? Do amor ?
Se quem me espera e me liberta,
É a quem eu prendo e abandono.
Faço por que quero ?
Porque sou sem querer,
Nem sempre quero,
Nem sempre sei ser.
(*M – 07/05/2006)
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